quinta-feira, 24 de julho de 2014

Observe a chuva de Meteoros no dia 27 pro dia 28 de Julho de 2014


Essa chuva de meteoros pode produzir cerca de 20 meteoros por hora em seu pico, vai ser possível observar de todo o Hemisfério Norte e Sul. Os meteoros atingirão o auge na madrugada do dia 27 pro dia 28 de julho, mas alguns meteoros também podem ser observados a partir do dia 18 julho até 18 agosto. O ponto radiante para este chuveiro estará na constelação de Aquário. Uma fina lua crescente vai desaparecer no início da noite deixando o céu escuro e ainda mais espetacular para o show. A melhor visualização geralmente é para o leste após a meia-noite a partir de um local escuro.
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Mais informações no Climatologia Geográfica

quarta-feira, 16 de julho de 2014

4 dicas para ver uma estrela cadente


(Galileu) Seja por acreditar que são um sinal de boa sorte, ou pelo simples espetáculo que proporcionam, uma coisa é fato: todo mundo adora ver uma estrela cadente. A rapidez com que estes objetos cruzam os céus e logo desaparecem sugere que o lampejo de luz apareceu apenas para a gente – dificilmente mais de uma pessoa está olhando para o mesmo pedaço de céu no mesmo segundo.

Apesar do nome popular “estrela”, elas não são nada disso: tratam-se de meteoros, pequenos fragmentos sólidos que, devido à ação do Sol, se desprenderam de cometas ou asteroides e continuam vagando na mesma órbita. Por conhecerem com precisão as órbitas da Terra e destes astros, os astrônomos conseguem dizer exatamente o período em que nosso planeta cruza com os detritos. Ao entrar em contato com a atmosfera, eles se incendeiam, gerando as chamadas chuvas de meteoros.

Todos os anos, diversas delas podem ser observadas a olho nu – são, de longe, a melhor ocasião para observar uma estrela cadente.




1. Marque na agenda as principais chuvas de meteoros do ano
O primeiro passo é conhecer as chuvas de meteoros que temos todos os anos. Este clube de astronomia oferece a tabela acima, que mostra as principais. Na coluna “Máx.”, estão os dias ideais para a observação, o chamado pico das chuvas. Quanto maior o “THM”, que é a quantidade estimada de meteoros por hora, maior é a chance de ver algum.

2. Fuja da cidade
A dica mais fundamental de todas é: fique longe de grandes centros urbanos. É praticamente impossível ver uma estrela cadente nas cidades: se você conseguir, considere-se uma pessoa sortuda. A culpada é a poluição luminosa, provocada principalmente pelas luzes dos postes – se quiser entender mais, confira nosso artigo sobre o assunto. Corra para seu refúgio estrelado preferido!

3. Baixe aplicativos para localizar constelações
Durante as chuvas, as estrelas cadentes parecem surgir de uma região específica do céu, é o chamado radiante. Para uma melhor orientação dos observadores, os astrônomos deram às chuvas de meteoros nomes parecidos com os das constelações pelas quais elas passam. As Perseídeas de agosto, por exemplo, passam pela constelação de Perseu; já as Geminídeas, de dezembro, pela de Gêmeos. Portanto, saber para onde olhar é fundamental: existem aplicativos que permitem localizar as constelações apenas apontando o dispositivo para elas. Se você tem Android, baixe o Sky Map ou o SkEye. Se seu aparelho for iOS, o GoSkyWatch e o Star Chart são ótimas opções.

4. Tenha paciência
Você já foi para algum lugar afastado e achou no céu noturno o ponto do radiante da chuva de meteoros, bem no dia de seu pico. É natural que bata aquela sensação de ansiedade – tenha calma. As estrelas cadentes são imprevisíveis, podem surgir aos montes ou nem sequer aparecer. Por isso, uma ideia é ter boas companhias com você durante sua busca: a tranquilidade do momento pode resultar em ótimos papos.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Estação de observação dentro de casa em Mogi estuda meteoros

Dono faz parte de grupo de observadores e registra 10 meteoros por dia. Moradora de Salesópolis fez vídeo ao perceber 'rastro de fogo' no céu.

(G1) Abrigada dentro de uma casa, a estação de observação astronômica em Mogi das Cruzes tem uma cúpula que chama atenção de longe. Dentro dela, no telhado, uma potente luneta é capaz de registrar fotografias e mapeia o que acontece no céu em um raio de até 400 quilômetros.

O dono da casa, Marco Mastria é astrônomo amador e faz parte da Rede Brasileira de Observadores de Meteoros (Bramon, na sigla em inglês). Segundo ele, o grupo reúne mais de 60 astrônomos amadores e profissionais no País que estudam os meteoros em diversas partes do Brasil. "Esse mesmo tipo de grupo existe na Europa. Eles começaram a transferir o know how para nós", explica. "A nossa intenção é começar a identificar no hemisfério sul as datas e os locais de onde provém quantidades de meteoros com uma frequência muito alta".

Apesar de parecerem raros, segundo o pesquisador é possível registrar uma média de dez meteoros por dia. Mas eles não oferecem risco, já que se desintegram ao entrar na atmosfera da Terra. "Os meteoros vão se fragmentando e poucos atingem o solo", explica.

O trabalho que a Estação faz já mostrou resultado. Imagens mostram um meteoro que cruzou Mogi das Cruzes em fevereiro, e seguiu em direção ao litoral norte. Ainda segundo Mastria, um outro meteoro cruzou o céu mogiano no feriado de Tiradentes, em abril.

De acordo com o pesquisador, além das imagens feitas pela estação de observação, os vídeos amadores, feitos por quem vê fenômenos no céu também são importantes para o estudo. "A partir do momento que você registrou o evento, você vai analisar e pode ser sim uma coisa muito interessante. Quanto mais pessoas registrarem, mais se identificam essas possíveis situações aqui", diz.

Salesópolis
Foi exatamente algo no céu que intrigou uma moradora de Salesópolis. Ela gravou um vídeo de uma bola de fogo que se movia lentamente e deixava um rastro de fumaça alaranjada. O fenômeno não fez nenhum ruído e depois de cerca de 3 minutos, desapareceu. As imagens, segundo ela, foram feitas no dia 17 de junho.

Apesar do sucesso do vídeo, com quase 2 mil visualizações, Marcos Mastria diz que não se trata de um meteoro e nem de um objeto voador não identificado. "Você percebe que são dois rastros no céu e depois vemos esse rastro continuando", descreve. "Percebemos também que a velocidade que esse objeto se deslocou no céu é uma velocidade extremamente lenta, e pelo tempo que ele levou para transitar no céu, tem características que não podem ser comparadas com características de meteoros", explica. "O que percebemos nessa imagem é uma divisão no meio desses dois rastros, e dá para perceber claramente que há um avião ali", esclarece.

Segundo ele, outras imagens parecidas e mais próximas à de Salesópolis foram registradas em diversas partes do mundo. O fenômeno, segundo ele, é provocado por um avião em grande altitude.
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Matéria com vídeo aqui

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Britânicos filmam queda de meteorito brilhante

Cinegrafista amador fez imagens de corpo celeste caindo na madrugada desta segunda-feira (30).



(BBC/G1) A queda de um meteorito sobre a Grã-Bretanha foi flagrada por um cinegrafista amador na manhã desta segunda-feira (29).

Ele foi visto por diversas testemunhas no País de Gales e em partes da Inglaterra.

O meteorito tinha uma luz esverdeada, segundo as testemunhas.

Ele se pulverizou em pequenos pedaços no contato com a atmosfera da Terra.
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Vídeo do meteoro aqui

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Campaña Seccion Materia Interplanetaria Meteoros y Bólidos - LIADA - Julho 2014

(LIADA - em espanhol)

El mes de julio presenta una importante actividad de radiantes genéricamente llamados Acuáridas que muestran varias fuentes de radiación. Desde mediados de julio tenemos uno de los radiantes más activos que es el de las Delta Acuáridas del Sur (en constelación Acuario) que se extiende a lo largo de tres meses. En torno al 28 de Julio presentará su máxima actividad en la que mostrará aproximadamente 20 meteoros por hora, es a no dudarlo un radiante muy activo e interesante. Debería ponerse énfasis en la observación antes de la medianoche ya que Acuario se encuentra a esa hora en una posición magnífica en el cielo. Con sus 41 km/s de velocidad geocéntrica, los meteoros de esta lluvia presentan una velocidad angular moderada-rápida, dependiendo de la distancia al radiante y la altura en el horizonte en que las contemplemos.



Otra lluvia meteórica que requiere nuestro estudio son las Alfa Capricórnidas (en Capricornio). Este enjambre suele ser fuente de impresionantes bólidos de colores azulados o verdosos con excelentes estelas persistentes, denotando su origen cometario. Su cuerpo progenitor es el interesante cometa periódico 45P/Honda-Mrkos-Pajdusakova que sufrió once pasos próximos a la Tierra y otros dos a Júpiter durante el pasado siglo, estando por tanto sometidos a importantes perturbaciones planetarias. Suelen presentar su máximo en torno al 30 de Julio aunque su actividad puede llegar a extenderse hasta mediados de agosto. Esta lluvia que puede ofrecernos excelentes meteoros brillantes con velocidades angulares lentas-moderadas de 23 km/s

Otro radiante de interés son las Piscis Austrínidas (en Piscis) con unos 5 meteoros por hora, suelen presentar meteoros brillantes en su fecha de máximo que es el 28 de Julio. Presentan velocidades angulares moderadas dada su velocidad geocéntrica intermedia de 35 km/s. Su radiante se encuentra cerca de la brillante estrella Fomalhaut.

Dada la relativa proximidad entre todos estos radiantes, la identificación de las zonas de radiación puede convertirse en todo un reto para los observadores. Recomendamos que se dibujen los meteoros en una carta estelar impresa o dibujada de la zona de la radiante con la mayor precisión posible y tener presente las fechas de actividad máxima para cada una de las radiantes.



Para julio también tenemos algunas interesantes lluvias menores de meteoros a comienzos de mes.

Las Pegásidas (en constelación Pegaso) del 7 al 13 de julio, siendo su máximo el 9 de julio con 3 meteoros por hora.

Las Phoenícidas (en constelación Phoenix) del 10 al 16 de julio, siendo el máximo el 13 de julio con 5 meteoros por hora.

Esperamos reportes de sus observaciones y les deseamos Cielos Claros.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

10 vídeos de meteoritos filmados enquanto zuniam pela atmosfera da Terra


(Hypescience)Há algo de inegavelmente incrível sobre uma pedra em chamas que entra na nossa atmosfera vinda do espaço.

Meteoritos são fragmentos de cometas, asteroides ou mesmo de planetas desintegrados que ganham esta denominação ao atravessar a atmosfera terrestre. Eles podem variar de tamanhos ínfimos até gigantescos, sendo que o maior conhecido é o Hoba West, encontrado próximo de Grootfontein, na Namíbia. Esta enorme rocha tem 2,7 metros de comprimento, 2,4 metros de largura e peso estimado de 59 toneladas.

Ainda que a ocorrência de meteoritos não seja algo extremamente raro, também não é um evento corriqueiro. Por isso, quando alguém consegue registrar em vídeo o momento em que estes corpos celestes incandescentes entram na atmosfera terrestre, é um feito e tanto.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

'Bola de fogo' provoca clarão e intriga moradores do Agreste



(Alagoas 24 Horas) O fim de tarde que costuma ser tranquilo em localidades como Folha Miúda, na zona rural de Craíbas, no Agreste alagoano, foi de agitação nesta terça-feira (3). Inúmeros moradores da região foram pegos de surpresa com uma “bola” incandescente que tomou conta do céu no interior do estado.

Em alguns lugares de Arapiraca, também foi possível ver o fogo seguido de uma fumaça que por quase 10 segundos “passeou” no ar até se perder. Assim que o objeto não identificado foi visto no ar, os comentários em Arapiraca eram de que um helicóptero ou avião teria caído depois de pegar fogo.

“Eu estava aqui sentado na porta de casa quando vi o objeto voando em linha reta, pegar fogo no ar e cair. Parceria um maquinário (sic), uma aeronave porque o fogo e a fumaça eram muito grandes. Só não sei onde caiu porque daqui não deu para ver onde aquilo foi parar.

Também pode ter sido outra coisa, né”, contou o mecânico Jorge Inácio de Lima, que tem uma oficina em Folha Miúda. A bola incandescente no Agreste alagoano também foi vista pelo filho de José Inácio, Rogério Inácio.

“Consertava uma ignição de uma moto quando olhei para o céu e vi o objeto pegar fogo no ar e descer, cair. Como meu pai falou, não dá para saber onde foi cair. Para mim, era um helicóptero”, arriscou Rogério Inácio.

Craíbas
Em Craíbas, algumas pessoas também viram a mesma bola de fogo flagrada no ar em Folha Miúda.

“Minha irmã Rosângela estava na porta de casa e viu esse negócio que vocês da reportagem dizem aí. Ela afirmou que era muito grande e que era fogo, uma bola mesmo de fogo. Ficou com muito medo porque não sabia o que poderia ser. A gente fica com medo do que vem de cima, não é mesmo”, comentou Ana, irmã de Rosângela.
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Matéria similares no Estadão Alagoas e TNH1 (com vídeo)