segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Transmissão ao vivo: Chuva de Meteoros Perseidas 12/08/2014






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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Vídeo acelerado mostra chuva de meteoros no interior de São Paulo

Fenômeno foi registrado na última semana, em Campinas. Menor interferência de luzes urbanas oferece melhor visibilidade.


(G1) As chuvas de meteoros que ficaram visíveis no Hemisfério Sul na última semana foram registradas em um vídeo de "time-lapse" (com imagens aceleradas) feito no Observatório Municipal de Campinas, no interior de São Paulo.

Segundo o astrônomo Julio Lobo, numa noite foram visíveis quatro chuvas, que ganham nome de acordo com a constelação sobre a qual aparecem no céu (neste caso, chamavam-se Piscis australidas, Delta Aquaridas do Sul, Capricornidas e Alfa-Capricornidas). De acordo com Lobo, não se tratam de fenômenos raros, mas as condições de visibilidade eram boas quando as imagens foram feitas, na madrugada do dia 31 de julho. O vídeo foi produzido por Roberto Kumamoto e Wellington Almeida, da TV Globo.
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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Meteoro é registrado em Campos e especialista busca local da queda

De acordo com Marcelo, o fenômeno aconteceu às 17h54 de sexta-feira (1º de agosto) e durou três segundos



(Terceira Via) Uma câmara do Clube de Astronomia Louis Cruls, instalada no observatório do Instituto Federal Fluminense (IFF), em Guarus, registrou um meteoro na tarde de sexta-feira (1º de agosto), em Campos. O físico e professor do clube, Marcelo Souza, disse que não foi possível identificar em qual local caiu o meteorito e espera por um relato de alguém que tenha visto.

De acordo com Marcelo, o fenômeno aconteceu às 17h54 e durou três segundos. Este é o segundo caso só neste ano. O primeiro ocorreu no dia 11 de junho, na véspera da abertura da Copa do Mundo, por volta de 12h.

Marcelo relatou que muitos moradores do Parque Aurora, Guarus, Alberto Lamego, e de outros bairros, viram o meteoro na sexta-feira (1º) e que, provavelmente, o fenômeno teria caído em direção ao Noroeste Fluminense.

“Na lente, tinha uma construção na frente de onde ocorreu a queda do meteorito, por isso não deu para ver exatamente o local, mas é bem provável que tenha sido em direção ao Noroeste. Nós estamos esperando relatos de pessoas que tenham visto para podermos investigar melhor este fato”, disse.

Moradores que tenham visto ou registrado o fenômeno, podem entrar em contato com o Clube de Astronomia pelo email clubedeastronomia@gmail.com.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Objeto luminoso no céu chama atenção de moradores do Vale, SP

Motorista que trafegava na Carvalho Pinto registrou fenômeno no sábado(3). Com base na imagem, especialista acredita que seja um meteoro.

(G1) Um objeto luminoso no céu chamou a atenção de moradores da região de Jacareí na manhã do último sábado (3). O fenômeno foi registrado por um internauta do G1, que trafegava pela rodovia Carvalho Pinto (SP-75) por volta das 6h30.

A administradora Déborah Barbosa, de 27 anos, moradora de Paraibuna, também viu a luz no céu. Ela conta que saiu de casa para pegar uma van para ir trabalhar, quando viu a luz no céu e parou para observar. Ela estava acompanhada da irmã e do motorista do veículo, que chegou em seguida.

"Logo que olhei, cheguei a pensar que parecia que era um avião caindo, só que era muito grande para ser um avião. Ficamos acompanhando por uns dois minutos ele [objeto] caindo. Quando chegamos no escritório onde trabalho, que fica na Tamoios, estavam todos comentando. Chamava atenção mesmo", disse.

O objeto tinha o corpo escuro, uma cauda nas cores vermelha e preta e não fazia barulho. Não há relatos de localização do objeto no solo.

Avaliação
O professor Valério Carruba, especialista na dinâmica de asteróides e docente da Universidade Estadual Júlio Mesquita (Unesp), em Guaratinguetá, viu a imagem e acredita que o fenômeno seja um meteoro - conhecido popularmente como 'bólide'. Os bólides são meteoros de elevada luminosidade.

Ele explicou que neste período do ano, usualmente acontece uma 'chuva de meteoros', que são pedaços da cauda de um cometa que caem em todos os locais da Terra. Porém, para provar essa hipótese seria necessário determinar a órbita do corpo que caiu e ver se é compatível com a do cometa.

Ele disse que avistar esse fenômeno não é tão comum. "Todos os dias colidem milhares de meteoros com a Terra, mas a maioria não é avistado. Muitos se desintegram na atmosfera e nem chegam a tocar o solo", explicou o especialista.

Apesar de não haver relatos do objeto localizado no solo, o professor orienta que caso isso ocorra, que seja informado ao Instituto de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). No local uma pesquisadora desenvolve um projeto que tem como objetivo encontrar meteoritos brasileiros.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) informou que não possui equipamento que monitore a queda de corpos e que, para determinar o que seria o fenômeno, teria que extrair um pedaço do material após queda no solo.
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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Campaña Seccion Materia Interplanetaria Meteoros y Bólidos - LIADA - Agosto 2014



PERSEIDAS
(LIADA - em espanhol) El primer registro de esta lluvia de meteoros sucedió en agosto del año 36 después de nuestra era y fue hasta 1835 que se identificó como un fenómeno periódico que parecía brotar de la constelación Perseo, constelación visible para el hemisferio sur en el horizonte nor-este después de la media noche. Esta lluvia de meteoros es también conocida como “las lágrimas de San Lorenzo”. Su máxima actividad se produce entre el 10 y el 13 de agosto.

Las Perseidas es sin lugar a dudas una de las lluvias más importantes del año, asociado al también afamado cometa 109P/Swift-Tuttle. Este enjambre meteórico, con partículas no más grandes que un grano de arroz, es atravesado por la Tierra durante más de un mes, dado que se mantiene activo entre el 15 de julio y el 25 de agosto. Presentan una alta velocidad de 60 km/s, una partícula de apenas un gramo puede producir extraordinarios bólidos (meteoros muy brillantes) que nos deslumbran. La lluvia empieza suavemente a mediados de julio cuando la Tierra entra en los confines de la nube de desechos dejados por su cometa progenitor.

Aunque el presente año las fechas de máxima actividad de las Perseidas coinciden con Luna llena, además de una súper Luna o Luna llena en perigeo, es igual de importante observarlas.

Entre el 10 y el 13 de agosto en el hemisferio norte las Perseidas pueden alcanzar 140 meteoros por hora en buenas condiciones atmosféricas con el radiante alto en el horizonte, en el hemisferio sur como ya mencionamos, estos meteoros son visibles después de la media noche en la constelación Perseo pegados al horizonte nor-este y en menor cantidad al estar el radiante muy bajo y la frecuencia horaria se reduce, aunque no por ello deja de ser un gran espectáculo. Solicitamos que se realice una observación continua por tantas horas como les sea posible las noches y madrugadas del 10, 11, 12 y 13 de agosto.

Lluvias menores:
- Iota Acuáridas Sur (SIA) su máximo es el 4 de agosto con un promedio de 5 meteoros por hora.
- Delta Acuáridas Norte (NDA) su máximo es el 9 de agosto con 4 meteoros por hora.
- Kapa Cígnidas (KCG) su máximo es el 18 de agosto con 3 meteoros por hora.
- Iota Acuáridas Norte (NIA) su máximo es el 20 de agosto con 3 meteoros por hora.
- Eridánidas (ERI) su máximo es el 29 de agosto con THZ indeterminada.

Existen además tres radiantes muy interesantes:

- Alfa Ursa Mayóridas (hemisferio norte) que presentan un máximo entre el 13 y 14 de agosto con 5 meteoros por hora.
- Tau Dracónidas el 2 de agosto con 10 meteoros por hora.
- Bootidas observadas durante la campaña de las Perseidas, estas tres lluvias fueron detectadas por observadores experimentados puesto que se confunden con las Perseidas.

Estamos a su disposición para cualquier consulta.

Cielos Claros para todos.

Pável Balderas Espinoza pavelba@hotmail.com

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Chuva de meteoros é registrada por fotógrafo na zona rural de Itapeva, SP

Felipe Johnson esperou duas horas para fazer imagens do fenômeno. Astrônomo afirma que o fenômeno se estenderá até 23 de agosto.


(G1) Um morador de Itapeva (SP) ficou mais de duas horas no acostamento de uma rodovia para acompanhar uma 'chuva de meteoros'. O fenômeno foi registrado pelo fotógrafo e jornalista Felipe Johnson, de 21 anos, na noite de terça-feira (29). O fotógrafo conta ter se surpreendido com a beleza da série de fotografias tiradas por ele. "Fiquei sabendo que aconteceria o fenômeno. Me preparei junto com outros três amigos para registrarmos a chuva. Foi a primeira vez que fotografei o céu e achei incrível. Adorei o resultado das fotos, foi uma grande experiência pessoal e profissional", afirma.

Johnson utilizou a técnica fotográfica de longa exposição para capturar as imagens. Como não tinha noção de qual ponto do céu aconteceria a chuva, ele escolheu fotografar o evento astrônomico no meio da Rodovia Pedro Rodrigues Garcia (SP-249), na zona rural da cidade. Isto para que não houvesse interferência de luz artifical e a chuva de meteoros poderia ser vista mais facilmente.

"Não tinhamos nenhuma orientação astrônomica para qual ponto observar. Só mesmo estando no meio de uma rodovia, na escuridão, é que foi possível enxergar o fenômeno. Só fiquei um pouco triste porque o pico da chuva aconteceu por volta das 2 horas de quarta-feira, e como tinha que trabalhar cedo, às 8h, tive que fazer as fotografias por volta das 20h de terça", brinca.

Mais chuvas previstas
De acordo com o astrônomo coordenador do planetário de Tatuí (SP) e co-autor do livro Fundamentos de Astronomia, Luis Marino, a chuva de meteoros registrada por Johnson aconteceu em um ponto do céu conhecido como Delta Aquarídeos do Sul.

O especialista conta que o fenômeno começou em 21 de julho e se estende até o dia 23 de agosto. O pico da chuva foi na terça-feira, quando puderam ser vistos de 15 a 20 meteoros por hora, uma boa média comparada a outras chuvas, segundo Marino. "As chuvas de meteoro ocorrem com certa frequência. Por exemplo, em 2 de agosto teremos uma chuva na direção do Alfa Capricornídeos com a expectativa de cinco meteoros por hora. Em 12 de agosto também está prevista uma chuva, desta vez na Costelação de Perseus, a chuva deve conter cerca de 75 meteoros por hora."

Marino explica que a chuva de meteoros é um evento causado pela passagem de uma espécie de 'enxame' de pedras e ferro espacial pelo planeta. Esse material é derretido na atmosfera antes de chegar ao solo. "Quando se fala em chuvas de meteoro não se trata de uma quantidade absurda de meteoros passando pelo céu. É preciso ter paciência, pois elas passam esporadicamente de acordo com a 'vontade' delas. Nenhuma dessas chuvas pode causar dano ao planeta", ressalta.

"A chuva dura algumas horas devido ao encontro entre a terra que está se movendo e o enxame de matéria, que estão distantes mas seguindo pela mesma direção. Quando essas rochas estão caindo pelo céu terrestre são chamadas de meteoro ou estrela cadente, e quando, na minoria dos casos, chegam ao chão são chamadas de meteoritos ou meteoroide", explica Marino.
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Matéria com vídeo aqui
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E mais:
Veja registro da chuva de meteoros no Rio Grande do Sul (Zero Hora)
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Acervo UOL
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Veja as imagens: chuva de meteoros é registrada no DF (R7)